quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Feliz Ano Novo Busca de Paradeiro!

A todos os funcionários e voluntários que trabalham no Serviço de Busca de Paradeiro, um Ano Novo de 2008 cheio de paz, amor, realizações!!! E aos outros amigos da Filial da Cruz Vermelha Brasileira, o dobro.

Queremos continuar fazendo parte da sua vida!
Temos muitos projetos quanto ao nosso trabalho para o ano que se inicia, e contamos com a sua colaboração para realizarmos alguns deles!

Vamos reler alguns textos publicados na Carta da Quinta-feira.

CARTA DA QUINTA-FEIRA DE 26 DE JULHO DE 2007Meus queridos amigos do Busca de Paradeiro das Filiais Estaduais e Municipais da Cruz Vermelha Brasileira.

Para nós é sempre um prazer voltar a interagir com todos vocês! E dividir com vocês a alegria de participar do Movimento Cruz Vermelha ajudando a reunir familiares perdidos.

Nós confiamos no seu êxito e sucesso. Podem contar com o Departamento Nacional de Busca de Paradeiro do Órgão Central da Cruz Vermelha Brasileira.

MUDAR PARADÍGMAS PORQUÊ NÃO ?

Acredito que um dos relatos mais inspiradores do processo de mudança de paradigma encontra-se na autobiografia de Anuar Sadat, antigo presidente do Egito. Sadat nasceu, foi criado e profundamente doutrinado para sentir ódio de Israel. Ele fêz uma declaração à televisão: "Jamais apertarei a mão de um israelense enquanto eles ocuparem um único centímetro de solo árabe. Nunca,nunca, nunca!" E multidões imensas em todo o país repetiam: __"Nunca, nunca, nunca!" Ele aglutinava a energia e unia o desejo de todo o país ao desempenhar aquele papel.

Era um papel muito independente e nacionalista, e provocou manifestações de profunda emoção no povo. Mas era também muito irresponsável, Sadat sabia disso. Ele ignorava a situação explosiva e altamente interdependente que existia.
Sendo assim, ele reescreveu seu papel. Este ato foi resultado de um processo que ele aprendeu quando era um jovem prisioneiro da Cela 54, uma solitária na Prisão Central do Cairo, em função de seu envolvimento em uma conspiração contra o rei Faruk. Ele aprendeu a se afastar de sua própria mente e, através de um processo profundo de meditação, a fazer seus próprios livros sagrados, suas próprias orações e também a reescrever seu papel.

Ele conta que chegou a relutar em deixar a cela da prisão, pois fora lá que aprendera que o sucesso verdadeiro é o sucesso interior. Não se encontra na posse das coisas, e sim na posse de si mesmo, na vitória sobre o eu.
Durante algum tempo, no governo de Nasser, /sadat foi relegado a uma posição de relativa insignificância. Todos acreditavam que seu espírito havia sido destroçado, mas não era verdade. Eles estavam projetando seu próprio modo de ser sobre ele. Não o compreendiam.Ele apenas esperava a sua vez.
E quando a hora chegou, quando ele se tornou presidente do Egito e se deparou com a realidade política, reescreveu seu papel em relação a Israel. Visitou o Knesset, em Telavive, e iniciou um dos mais importantes movimentos de paz na história do mundo, uma iniciativa tão valiosa que acabou produzindo o Acordo de Camp David.

Sadat foi capaz de utilizar sua autoconsciência, sua imaginação e sua consciência para exercer a liderança pessoal, para mudar um paradigma essencial, para aterar o modo como via a situação. Ele trabalhou por isso. E a partir daquele momento, da mudança da sua visão antiga, aconteceram modificações de comportamento e atitudes que afetaram milhões de vidas.

por Stephen R.Covey,no livro Os 7 hábitos das pessoas muito eficazes.

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